Antes um lugar para leitura, pesquisas, estudos. Agora, um ótimo lugar para dormir e se apaixonar!
Apaixonem-se pelos livros, bee.
Meu coração é destro. hahahaha
quinta-feira, 15 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Eu quero voltar para o saco do meu pai!
Lá certamente eu não teria a oportunidade de conhcer tamanha perfeição. Não teria a sorte de ouvir certas vozes, presenciar certas atitudes e infelizmente não seria enxotada por muitos.
Que chato! Eles são TÃO perfeitos! :(
¬¬
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Ônibus
Apenas três bancos os separavam.
De um lado um coração de uma dama que bate na velocidade da luz, do outro, sabe se lá como bate o coração do rapaz.
A cabeça da dama não para um segundo de pensar em situações lindas e apaixonadas. Sonha acordada, ri de si mesma por tamanha ilusão.
Segue viagem, agora além de três bancos os separando, há um casal ou um par, vai saber...
O coração da dama dói. Ela pensa em enxotar o casal dalí, sentar ao lado do rapaz e admirá-lo. Teu queixo -risos-, teus olhos, tua nuca, tuas mãos... Mas não. Falta lhe coragem e liberdade para fazer isso.
A dama tenta dormir, se distrair com outras coisas e não consegue. Não consegue parar de pensar no rapaz e em reparar em suas mãos.
A viagem segue e o coração continua o mesmo, acelerado, descontrolado, louco para gritar um 'EU TE AMO' que nem é amor, é... meninice aguda!
Chega o ponto do rapaz, ele se levanta pra descer, e a vontade da moça é descer junto e segui-lo até o inferno se for preciso!
Ela observa...
Repara que as mãos do rapaz tremem (ou seria o balanço do ônibus?) e que ele desvia o olhar do olhar da moça que o seca, desidrata, de tanto olhar.
Ele desce e a moça sente uma dor fraquinha no peito. Ele à olha pelo "rabo do olho" e ela se desmancha de amores.
A moça continua a observá-lo, precebe que ele anda mais devagar para poder ver o ônibus passar, mas desvia o olhar.
O ônibus passa, eles quase trocam olhares, mas a moça desvia o olhar do rapaz.
Cada um foi para um lado tomando seu rumo, e o que conforta a dama é que no outro dia eles irão se ver e há até a hipótese de irem "juntos" de novo.
sábado, 3 de abril de 2010
Destes penhascos fez a natureza
O berço, que nasci: óh quem cuidará
Que entre penhas tão duras se criaram
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres, por empresa
tomou logo render-me; ele declara
Contra o meu coração guerra tão rara,
Que não me foi bastante a fortaleza
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano,
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano:
Vós, que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei, que amor tirano,
Onde há mais resistência, mais se apura.
Mesmo diante de rochas duras, nasce vida, amor.
Por mais fortes, frios e "durões" nós sejamos, há amor e a capacidade de amar dentro de cada um de nós.
O berço, que nasci: óh quem cuidará
Que entre penhas tão duras se criaram
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres, por empresa
tomou logo render-me; ele declara
Contra o meu coração guerra tão rara,
Que não me foi bastante a fortaleza
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano,
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano:
Vós, que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei, que amor tirano,
Onde há mais resistência, mais se apura.
Claudio Manuel da Costa
Mesmo diante de rochas duras, nasce vida, amor.
Por mais fortes, frios e "durões" nós sejamos, há amor e a capacidade de amar dentro de cada um de nós.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Partes de "O mundo pós-BBB"
"O mundo é praticamente TODO editado, por isso considero que vivemos numa grante Matrix e por muito tempo lutei contra para tentar "despertar" as pessoas para estas funções, inclusive na política, nas notícias de jornais e etc. Contudo o relógio gira e trás o amadurecimento. Com o amadurecimento passei a equilibrar melhor as coisas, deixei de ser radical, intelectualóide tapadão, como havia me tornado por obra do estreitamento da minha relação com a filosofia, literatura e com os estudos com os quais me envolvi. Voltei a assistir jogos de futebol, alguns programas de televisão. Não deixei meus livros de lado, nem minhas ações sócio-políticas órfãs de minha disciplina e determinação, porém busquei aliviar um pouco a tensão diversificando meu leque de opções. Isso me fez bem.
A crítica sempre esteve presente em minha vida de forma muito rigorosa, porque EU sou meu maior crítico e se antes me importunavam por só tratar de assuntos sérios, hoje me importunam por falar de BBB entre outras coisas. Deixa isso pra lá.
(...)
Muitos pensamentos atormentam aquele que alça o sucesso, que conquista uma grande vitória, que supera os que desdenharam, ridicularizaram e desacreditaram no andarilho rumo ao seu sucesso. Todos estes ingredientes quando se sabe usar a favor, se tornam um combustível muito poderoso e foi dele que suponho que Marcelo tenha se alimentado para vencer.
(...)
Todos temos preconceitos. Quem não tem?
Alguns assumem, outros disfarçam.
Por termos em nossa condição humana o ato do julgamento imediato, isso nos impõe uma série de preconceitos que podem ser corrigidos se nos disponibilizarmos a conhecer melhor o objeto ao qual tecemos críticas. No entanto é preciso não confundir preconceito, como pré-conceito e com Gosto. (...)" - Tico Santa Cruz
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Cabeça vazia
Era esse o meu medo: amar-te tanto e esquecer de pensar.
Passamos longos dias sem pensar em mais nada, esquecemo-nos de nós mesmos, de nossas obrigações, de quem realmente vale alguma coisa para prestar atenção no coração.
Prestar atenção num coração bobo, feio, burro, irracional e lerdo.
Esquecemos de escovar os dentes, de tomar banho, de trocar de roupa, de pegar a caneta caída, de abraçar sem segundas intenções, de deixar o eu lírico dormir, de coçar os ombros, de lamber os dedos cheios de mel, esquecemos de esquecer.
Olhe para o lado, veja o umbigo alheio. Ele fede e brilha. Seria a purpurina do carnaval passado que ainda existe ali, amor ou suor?
Aquele suor que escorre da nuca, passa pelas costelas e some sabe se lá onde. Até que faz um barulho em nossa mente, como um gemido, que nos faz acordar e perceber que a terra continua girando, que continuamos a viver, que temos obrigações e os outros também.
ACORDE MALDITO!!!
é, não é pra entender.
Passamos longos dias sem pensar em mais nada, esquecemo-nos de nós mesmos, de nossas obrigações, de quem realmente vale alguma coisa para prestar atenção no coração.
Prestar atenção num coração bobo, feio, burro, irracional e lerdo.
Esquecemos de escovar os dentes, de tomar banho, de trocar de roupa, de pegar a caneta caída, de abraçar sem segundas intenções, de deixar o eu lírico dormir, de coçar os ombros, de lamber os dedos cheios de mel, esquecemos de esquecer.
Olhe para o lado, veja o umbigo alheio. Ele fede e brilha. Seria a purpurina do carnaval passado que ainda existe ali, amor ou suor?
Aquele suor que escorre da nuca, passa pelas costelas e some sabe se lá onde. Até que faz um barulho em nossa mente, como um gemido, que nos faz acordar e perceber que a terra continua girando, que continuamos a viver, que temos obrigações e os outros também.
ACORDE MALDITO!!!
é, não é pra entender.
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